#exposição Titi Freak mostra seu trabalho na HomegrownSe você é do Rio de Janeiro e vai passar o feriado na cidade, a dica de passeio cultural é a exposição ‘My Town My Tracks’, do artista Hamilton Yokota aka Titi Freak, na galeria Homegrown. 
Lá você vai encontrar gravuras que mostram a variação e a transição do estilo do artista em desenhos e pinturas com diferentes técnicas aplicadas. Segundo Titi Freak, a exposição vai mostrar um pouco de sua história através de trabalhos produzidos no Brasil e no exterior, no período de 2005 a 2013.
Titi Freak na Galeria HomegrownQuando? de 17 de Abril a 10 de Maio, das 18h às 22hOnde? Rua Maria Quitéria, 68 – Ipanema – RJQuanto? Entrada GratuitaTelefone: (21) 25132160

#exposição Titi Freak mostra seu trabalho na Homegrown

Se você é do Rio de Janeiro e vai passar o feriado na cidade, a dica de passeio cultural é a exposição ‘My Town My Tracks’, do artista 
Hamilton Yokota aka Titi Freak, na galeria Homegrown. 

Lá você vai encontrar gravuras que mostram a variação e a transição do estilo do artista em desenhos e pinturas com diferentes técnicas aplicadas. Segundo Titi Freak, a exposição vai mostrar um pouco de sua história através de trabalhos produzidos no Brasil e no exterior, no período de 2005 a 2013.

Titi Freak na Galeria Homegrown
Quando? de 17 de Abril a 10 de Maio, das 18h às 22h
Onde? Rua Maria Quitéria, 68 – Ipanema – RJ
Quanto? Entrada Gratuita
Telefone: (21) 25132160


#session Max B.O. canta “Saudades da Minha Terra”
Navegando pela web vimos o vídeo do Max B.O. com banda rimando em um som inspirado em uma canção sertaneja. Apesar de conhecermos a versatilidade do MC, ficamos intrigados em saber o motivo da escolha desse gênero específico. Para conhecer os detalhes da participação do B.O. no PParalelo Live Sessions, acionamos o próprio MC.
Per Raps: Primeiro, como surgiu o convite? Max B.O.: O pessoal da Pparalelo me procurou, primeiro via internet, depois marcamos uma reunião. Eu ainda não tinha conhecimento do trabalho, mas cheguei lá, curti os videos já feitos e pirei.
Per Raps: Como foi mandar um rap inspirado em um som de Chitãozinho e Xororó? Max B.O.: “Saudades da Minha Terra” é uma musica que gosto há muito tempo, uma musica da minha infância, que o pessoal cantava quando tinha moda de viola no Bar do Zé Baixinho (pai do Max). Eu nunca soube a letra inteira, direitinho, foi também uma ótima oportunidade, pra decorar a letra e agradecer ao Chitãozinho e Xororó por uma musica que faz parte da história de muitas pessoas no Brasil.
Per Raps: O que Max B.O.anda fazendo, além da apresentação do Manos e Minas?Max B.O.: Aguardando a chegada da FumaSomVol.1 da fábrica, separando repertório de um trabalho de samba, entre outras fitas…Sacou? Agora aperte o play e confira o resultado da session.

MAIS: Outros vídeos da PParalelo Live Sessions          O encontro de Max B.O. e Beto Barbosa

#session Max B.O. canta “Saudades da Minha Terra”

Navegando pela web vimos o vídeo do Max B.O. com banda rimando em um som inspirado em uma canção sertaneja. Apesar de conhecermos a versatilidade do MC, ficamos intrigados em saber o motivo da escolha desse gênero específico.

Para conhecer os detalhes da participação do B.O. no PParalelo Live Sessions, acionamos o próprio MC.

Per Raps: Primeiro, como surgiu o convite? 
Max B.O.: O pessoal da Pparalelo me procurou, primeiro via internet, depois marcamos uma reunião. Eu ainda não tinha conhecimento do trabalho, mas cheguei lá, curti os videos já feitos e pirei.

Per Raps: Como foi mandar um rap inspirado em um som de Chitãozinho e Xororó? 
Max B.O.: “Saudades da Minha Terra” é uma musica que gosto há muito tempo, uma musica da minha infância, que o pessoal cantava quando tinha moda de viola no Bar do Zé Baixinho (pai do Max). Eu nunca soube a letra inteira, direitinho, foi também uma ótima oportunidade, pra decorar a letra e agradecer ao Chitãozinho e Xororó por uma musica que faz parte da história de muitas pessoas no Brasil.

Per Raps: O que Max B.O.anda fazendo, além da apresentação do Manos e Minas?
Max B.O.: Aguardando a chegada da FumaSomVol.1 da fábrica, separando repertório de um trabalho de samba, entre outras fitas…

Sacou? Agora aperte o play e confira o resultado da session.

MAIS: Outros vídeos da PParalelo Live Sessions
          O encontro de Max B.O. e Beto Barbosa


#video Nas toca illmatic na íntegra no Coachella
No dia 19 de abril de 1994, o mundo via uma verdadeira obra de arte nascer: o álbum illmatic, do rapper Nas. Sucesso de crítica, o álbum largou bem na parada americana da Billboard e vendeu 59 mil cópias só na primeiro semana. No entanto, o reconhecimento do mercado veio em 1996, quando o trabalho recebeu disco de ouro e, em 2001, o álbum de platina pela venda de um milhão de cópias nos Estados Unidos.
Quem conhece um pedaço dessa história sabe que a grandeza de illmatic não para por aí, já que influenciou e ainda influencia grandes nomes no rap até hoje, além de ter garantido à Nas um lugar entre os grandes nomes do rap.
Para comemorar os 20 anos que o álbum está prestes a completar, Nas e o DJ Green Lantern tocaram illmatic na íntegra no festival Coachella, nos Estados Unidos. Para os fãs, um verdadeiro sonho se tornando realidade (Repare na plateia, que canta junto de Nas do começo ao fim!). E a história ainda melhora: subiram ao palco Jay Z, levantando o público com “Dead Presidents” e “Where I’m From” (do álbum do próprio Jigga, In My Lifetime Vol. 1, de 1997), e Diddy, que acompanhou Nasty Nas em “Hate Me Now” (do álbum I Am.., de 1999), antes de fechar o show com “One Mic” (Stillmatic, 2001).

Se liga na #tracklist:
“The Genesis”“N.Y. State of Mind”“Life’s a Bi**h”The World Is Yours”“Dead Presidents” com Jay Z“Where I’m From” com Jay Z“Halftime”“Memory Lane”“One Time 4 Your Mind”“One Love”“Represent”“It Ain’t Hard To Tell”“Made You Look”“Hate Me Now” with Diddy“One Mic”   

#video Nas toca illmatic na íntegra no Coachella

No dia 19 de abril de 1994, o mundo via uma verdadeira obra de arte nascer: o álbum illmatic, do rapper Nas. Sucesso de crítica, o álbum largou bem na parada americana da Billboard e vendeu 59 mil cópias só na primeiro semana. No entanto, o reconhecimento do mercado veio em 1996, quando o trabalho recebeu disco de ouro e, em 2001, o álbum de platina pela venda de um milhão de cópias nos Estados Unidos.

Quem conhece um pedaço dessa história sabe que a grandeza de illmatic não para por aí, já que influenciou e ainda influencia grandes nomes no rap até hoje, além de ter garantido à Nas um lugar entre os grandes nomes do rap.

Para comemorar os 20 anos que o álbum está prestes a completar, Nas e o DJ Green Lantern tocaram illmatic na íntegra no festival Coachella, nos Estados Unidos. Para os fãs, um verdadeiro sonho se tornando realidade (Repare na plateia, que canta junto de Nas do começo ao fim!). E a história ainda melhora: subiram ao palco Jay Z, levantando o público com “Dead Presidents” e “Where I’m From” (do álbum do próprio Jigga, In My Lifetime Vol. 1, de 1997), e Diddy, que acompanhou Nasty Nas em “Hate Me Now” (do álbum I Am.., de 1999), antes de fechar o show com “One Mic” (Stillmatic, 2001).

Se liga na #tracklist:

“The Genesis”
“N.Y. State of Mind”
“Life’s a Bi**h”
The World Is Yours”
“Dead Presidents” com Jay Z
“Where I’m From” com Jay Z
“Halftime”
“Memory Lane”
“One Time 4 Your Mind”
“One Love”
“Represent”
“It Ain’t Hard To Tell”
“Made You Look”
“Hate Me Now” with Diddy
“One Mic”   


#single Dropê Comando Selva, “Bloco na Rua”Embalado logo na abertura pela colagem de trecho da música “Eu Quero É Botar Meu Bloco Na Rua”, de Sérgio Sampaio, o MC Dropê (Comando Selva) se junta a Nissin e Ramonzin pra lançar o “Bloco na Rua”.
O single antecede o lançamento do disco “Entre Nós”, que trará 12 faixas com participações de Lica Tito, Roberta Estrela Dalva, Oz, Bidi, Rico, Bocão, Mv Hemp, Papo Reto e Lepô. 
Baixe o single “Bloco na Rua”

#single Dropê Comando Selva, “Bloco na Rua”

Embalado logo na abertura pela colagem de trecho da música “Eu Quero É Botar Meu Bloco Na Rua”, de Sérgio Sampaio, o MC Dropê (Comando Selva) se junta a Nissin e Ramonzin pra lançar o “Bloco na Rua”.

O single antecede o lançamento do disco “Entre Nós”, que trará 12 faixas com participações de Lica Tito, Roberta Estrela Dalva, Oz, Bidi, Rico, Bocão, Mv Hemp, Papo Reto e Lepô

Baixe o single “Bloco na Rua”


#clipe Alicia Keys e Kendrick Lamar (prod. Pharrell), “It’s on Again” Saiu o clipe de “It’s On Again”, parceria de Alicia Keys e Kendrick Lamar, trazendo produção de Pharrell Willians, que fará parte da trilha sonora do filme O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro.
A música traz aquele peso de trilha sonora de filme, perfeita para embalar os voos do Homem-Aranha por NYC, mas vale mesmo o play pelo verso rápido e furioso de Kendrick.

#clipe Alicia Keys e Kendrick Lamar (prod. Pharrell), “It’s on Again” 

Saiu o clipe de “It’s On Again”, parceria de Alicia Keys e Kendrick Lamar, trazendo produção de Pharrell Willians, que fará parte da trilha sonora do filme O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro.

A música traz aquele peso de trilha sonora de filme, perfeita para embalar os voos do Homem-Aranha por NYC, mas vale mesmo o play pelo verso rápido e furioso de Kendrick.


#show Assista ao show do Outkast no Coachella 2014A esperada reunião de Big Boi e Andre 3000 finalmente aconteceu nessa sexta-feira, 11 de abril. A dupla subiu ao palco do festival Coachella, na Califórnia, e tocou seus hits por uma hora e meia.
Abrindo com a frenética “B.o.B.” e uma sequência com “Gasoline Dreams”, “ATLiens” e alguns sons de Aquemini (3° álbum do duo), incluíndo “Skew It On The Bar-B”, “Rosa Parks” e a faixa que dá nome a esse disco. O show inclui apresentações solo dos dois MCs, que na vez de Big Boi empolgou com músicas como “GhettoMusick” e “Thightrope, trazendo Janelle Monáe ao palco,e já na vez de Andre 3000 teve músicas do álbum The Love Below como "Prototype" e "She Lives In My Lap", que não animaram tanto.
Para fechar a festa mantendo os ânimos lá em cima, uma sequência com "Ms. Jackson", que foi cortada por algum problema técnico, "So Fresh, So Clean", "The Way You Move" e "Hey Ya". 
Essa foi a primeira de uma série de apresentações que comemoram os vinte anos do grupo.

#tracklist'B.O.B.''Gasoline Dreams''ATLiens' 'Skew It on the Bar-B' 'Rosa Parks' 'Da Art of Storytellin', Part 1' 'Aquemini' 'SpottieOttieDopaliscious'(with Sleepy Brown)'Bowtie' (with Sleepy Brown) 'Shutterbugg' (Big Boi solo) 'Ghetto Musick' 'Tightrope' (with Janelle Monáe)'Kryptonite' (I'm on It) (Purple Ribbon All-Stars cover)'Vibrate' (Andre 3000 solo)'She Lives in My Lap' (Andre 3000 solo)'Prototype' (Andre 3000 solo)'Behold a Lady' (Andre 3000 solo)'Roses''Same Damn Time' (with Future)'Ain't No Way Around It' (with Future)'Benz Friends' (with Future) 'Hootie Hoo' 'Elevators' (Me & You)'Ms. Jackson' 'So Fresh, So Clean' (with Sleepy Brown)'The Way You Move' (with Sleepy Brown) 'Hey Ya!'

Foto: Getty Images

#show Assista ao show do Outkast no Coachella 2014

A esperada reunião de
Big Boi e Andre 3000 finalmente aconteceu nessa sexta-feira, 11 de abril. A dupla subiu ao palco do festival Coachella, na Califórnia, e tocou seus hits por uma hora e meia.

Abrindo com a frenética “B.o.B.” e uma sequência com “Gasoline Dreams”, “ATLiens” e alguns sons de Aquemini (3° álbum do duo), incluíndo “Skew It On The Bar-B”, “Rosa Parks” e a faixa que dá nome a esse disco. O show inclui apresentações solo dos dois MCs, que na vez de Big Boi empolgou com músicas como “GhettoMusick” e “Thightrope, trazendo Janelle Monáe ao palco,e já na vez de Andre 3000 teve músicas do álbum The Love Below como "Prototype" e "She Lives In My Lap", que não animaram tanto.

Para fechar a festa mantendo os ânimos lá em cima, uma sequência com "Ms. Jackson", que foi cortada por algum problema técnico, "So Fresh, So Clean", "The Way You Move" e "Hey Ya". 

Essa foi a primeira de uma série de apresentações que comemoram os vinte anos do grupo.

#tracklist

'B.O.B.'
'Gasoline Dreams'
'ATLiens' 
'Skew It on the Bar-B' 
'Rosa Parks' 
'Da Art of Storytellin', Part 1' 
'Aquemini' 
'SpottieOttieDopaliscious'(with Sleepy Brown)
'Bowtie' (with Sleepy Brown) 
'Shutterbugg' (Big Boi solo) 
'Ghetto Musick' 
'Tightrope' (with Janelle Monáe)
'Kryptonite' (I'm on It) (Purple Ribbon All-Stars cover)
'Vibrate' (Andre 3000 solo)
'She Lives in My Lap' (Andre 3000 solo)
'Prototype' (Andre 3000 solo)
'Behold a Lady' (Andre 3000 solo)
'Roses'
'Same Damn Time' (with Future)
'Ain't No Way Around It' (with Future)
'Benz Friends' (with Future) 'Hootie Hoo' 
'Elevators' (Me & You)
'Ms. Jackson' 
'So Fresh, So Clean' (with Sleepy Brown)
'The Way You Move' (with Sleepy Brown) 
'Hey Ya!'

Foto: Getty Images


 Mais uma Semana de Moda em São Paulo e no Rio de Janeiro e é hora de levantar aquela velha questão: " Onde estão os modelos negros?”
Por Lilithiz 
Na última quarta- feira cerca de 20 modelos (foto) protestaram na entrada do Fashion Rio pela inclusão de modelos negros na passarela, os jovens são estudantes de teatro, moda e história fazem parte do Grupo Palco dos Mil Sonhos que atua em vários bairros do Rio de Janeiro.
Moda é e sempre foi um reflexo histórico de nossa sociedade, uma forma de discutir o passado, o presente e o que há por vir, e é por isso que todo ano  é preciso colocar na roda novamente esse assunto que precisa de muita discussão para mudar o cenário atual.
Em 2013 o estilista Ronaldo Fraga deu uma bola fora ao “homenagear” a cultura negra usando modelos com cabelos feitos de Bombril, na época Marcos Costa o maquiador que idealizou o desfile com Ronaldo disse que “foi também uma forma de subverter um preconceito enraizado na cultura brasileira e questionou o fato dos negros alisarem seus fios.”
Sério mesmo que associando o cabelo crespo ao Bombril a mensagem foi passada corretamente? Não.
Hoje as crianças, meninas, adolescentes e mulheres precisam de referências de sua cultura, se enxergar como realmente são e ter exemplo da real beleza negra, dos tipos de crespos, da maquiagem ideal para o tom de pele, de como evidenciar seus traços fortes, se reconhecerem.
Até mesmo a modelo britânica Naomi Campbell aderiu à causa e lançou uma a campanha contra a discriminação racial no mundo da moda. Ela cobra de estilistas, juntamente com as colegas Iman Abdulmajid e Bethann Hardison uma diversidade maior nas passarelas.

 Também no ano passado Tufi Duek fez um desfile com inspiração na cultura afro, porém na passarela só se via modelos brancas desfilando.
Uma cultura tão rica e interessante simplesmente se perde e fica sem sentido quando deixam de lado como meros fantasmas as pessoas que construíram tudo isso e serviram de inspiração.
Em contrapartida, existem bons exemplos de como se faz,  em 2013 a marca Cavalera fez um desfile super bonito inspirado na “Soul Train“,  ao som de Black Music e narrado ao vivo pelo mestre Tony Tornado, e nesse ano no SPFW Herchcovitch fez um desfile com  um casting formado apenas por modelos negros, entre homens e mulheres,  inspirado nas vestimentas de uma religião que mistura zulu e cristianismo.



Nem tudo está perdido mas é um caminho muito longo a ser percorrido e o dedo na ferida precisa ser colocado sempre, o assunto precisa ser discutido sempre e a luta mesmo que desgastante precisa continuar sempre! E que ano que vem possamos voltar ao assunto com mais exemplos e boas notícias. 



 

 Mais uma Semana de Moda em São Paulo e no Rio de Janeiro e é hora de levantar aquela velha questão: " Onde estão os modelos negros?”

Por Lilithiz 

Na última quarta- feira cerca de 20 modelos (foto) protestaram na entrada do Fashion Rio pela inclusão de modelos negros na passarela, os jovens são estudantes de teatro, moda e história fazem parte do Grupo Palco dos Mil Sonhos que atua em vários bairros do Rio de Janeiro.

Moda é e sempre foi um reflexo histórico de nossa sociedade, uma forma de discutir o passado, o presente e o que há por vir, e é por isso que todo ano  é preciso colocar na roda novamente esse assunto que precisa de muita discussão para mudar o cenário atual.

Em 2013 o estilista Ronaldo Fraga deu uma bola fora ao “homenagear” a cultura negra usando modelos com cabelos feitos de Bombril, na época Marcos Costa o maquiador que idealizou o desfile com Ronaldo disse que “foi também uma forma de subverter um preconceito enraizado na cultura brasileira e questionou o fato dos negros alisarem seus fios.

Sério mesmo que associando o cabelo crespo ao Bombril a mensagem foi passada corretamente? Não.

Hoje as crianças, meninas, adolescentes e mulheres precisam de referências de sua cultura, se enxergar como realmente são e ter exemplo da real beleza negra, dos tipos de crespos, da maquiagem ideal para o tom de pele, de como evidenciar seus traços fortes, se reconhecerem.

Até mesmo a modelo britânica Naomi Campbell aderiu à causa e lançou uma a campanha contra a discriminação racial no mundo da moda. Ela cobra de estilistas, juntamente com as colegas Iman Abdulmajid e Bethann Hardison uma diversidade maior nas passarelas.

 Também no ano passado Tufi Duek fez um desfile com inspiração na cultura afro, porém na passarela só se via modelos brancas desfilando.

Uma cultura tão rica e interessante simplesmente se perde e fica sem sentido quando deixam de lado como meros fantasmas as pessoas que construíram tudo isso e serviram de inspiração.

Em contrapartida, existem bons exemplos de como se faz,  em 2013 a marca Cavalera fez um desfile super bonito inspirado naSoul Train“,  ao som de Black Music e narrado ao vivo pelo mestre Tony Tornado, e nesse ano no SPFW Herchcovitch fez um desfile com  um casting formado apenas por modelos negros, entre homens e mulheres,  inspirado nas vestimentas de uma religião que mistura zulu e cristianismo.

Nem tudo está perdido mas é um caminho muito longo a ser percorrido e o dedo na ferida precisa ser colocado sempre, o assunto precisa ser discutido sempre e a luta mesmo que desgastante precisa continuar sempre! E que ano que vem possamos voltar ao assunto com mais exemplos e boas notícias. 

 


#clipe Rodrigo Ogi e Emicida, “InSOMnia”
Tem MCs que lançam novidades e levantam aquela suspeita se o som é bom mesmo ou se é aquele marromêno que aparece na entressafra de discos ou mixtapes. Com Rodrigo Ogi não tem erro: 10 em cada 10 lançamentos são pedradas.
A bola da vez é “InSOMnia”, que traz o flow cativante e as construções rimáticas que só Ogi poderia criar, que vem como um martelo batendo em MC fake que insiste em se infiltrar no rap.
O clipe traz participação do mítico senhor 'Habib', que vende flores por SP, e uma banca do rap que conta, entre outros, com Kamau, Rael, Kuririn, Jamés Ventura e Emicida, que ainda manda um papo reto no formato de jab no queixo de MC zoado. Talvez uma das coisas mais legais é que, diferente de outros vídeos do gênero, as minas aparecem como parte da banca e não sensualizando ou estilo decoração de cenário.O beat é do DJ Caíque, que lançará o som em sua mixtape Coligações Expressivas III. A direção é de Gabi Jacob, que já fez clipes para Funk Buia, Slim Rimografia e Lurdes da Luz.


"Eu tô ligeiro, eu não cochilo/Eu sigo atento ao lance, é aquilo/Se dormir vai perder, vai cair, vou dizer"

#clipe Rodrigo Ogi e Emicida, “InSOMnia”

Tem MCs que lançam novidades e levantam aquela suspeita se o som é bom mesmo ou se é aquele marromêno que aparece na entressafra de discos ou mixtapes. Com Rodrigo Ogi não tem erro: 10 em cada 10 lançamentos são pedradas.

A bola da vez é “InSOMnia”, que traz o flow cativante e as construções rimáticas que só Ogi poderia criar, que vem como um martelo batendo em MC fake que insiste em se infiltrar no rap.

O clipe traz participação do mítico senhor 'Habib', que vende flores por SP, e uma banca do rap que conta, entre outros, com Kamau, Rael, Kuririn, Jamés Ventura e Emicida, que ainda manda um papo reto no formato de jab no queixo de MC zoado. Talvez uma das coisas mais legais é que, diferente de outros vídeos do gênero, as minas aparecem como parte da banca e não sensualizando ou estilo decoração de cenário.

O beat é do DJ Caíque, que lançará o som em sua mixtape Coligações Expressivas III. A direção é de Gabi Jacob, que já fez clipes para Funk Buia, Slim Rimografia e Lurdes da Luz.

"Eu tô ligeiro, eu não cochilo/Eu sigo atento ao lance, é aquilo/Se dormir vai perder, vai cair, vou dizer"


#lançamento The Roots se prepara pra lançar 11° disco
Na noite de segunda (07 de abril), o The Roots lançou “When The People Cheer”, primeiro single do seu 11º álbum de estúdio, And Then You Shoot Your Cousin, previsto para o dia 13 de maio.
Ao primeiro play, “When The People Cheer” parece uma faixa do Undun, lançado em 2011. A pegada ainda é a mesma: beat mais emocional, piano em foco, arranjo de ficar de cara e refrão com vozes femininas que impregnam na cabeça. A sensação é a de que a faixa talvez tivesse ficado de fora do Undun, daí resolveram pegar as faixas excluídas e pensaram ‘por que não lançar mais um álbum?’. 
Sejamos realistas, os caras estão a milhão: lançaram a pouco tempo um álbum com o Elvis Costelo, se apresentam no (agora) The Tonight Show Starring Jimmy Fallon e, quando sobra tempo, saem para fazer show pelo mundo - como o que aconteceu aqui no Brasil em novembro 2013, no Planeta Terra. Isso prova que eles não precisam se obrigar a lançar álbum, pois eles estão trabalhando, criando, ganhando dinheiro, mas ainda assim se sentem motivados para lançar material novo. 
A influência do Undun continua naturalmente pairando pelo grupo e, se a fórmula realmente ainda for a mesma, é certo que And Then You Shoot Your Cousin será um grande álbum.

#lançamento The Roots se prepara pra lançar 11° disco

Na noite de segunda (07 de abril), o The Roots lançou “When The People Cheer”, primeiro single do seu 11º álbum de estúdio, And Then You Shoot Your Cousin, previsto para o dia 13 de maio.

Ao primeiro play, “When The People Cheer” parece uma faixa do Undun, lançado em 2011. A pegada ainda é a mesma: beat mais emocional, piano em foco, arranjo de ficar de cara e refrão com vozes femininas que impregnam na cabeça. A sensação é a de que a faixa talvez tivesse ficado de fora do Undun, daí resolveram pegar as faixas excluídas e pensaram ‘por que não lançar mais um álbum?’. 

Sejamos realistas, os caras estão a milhão: lançaram a pouco tempo um álbum com o Elvis Costelo, se apresentam no (agora) The Tonight Show Starring Jimmy Fallon e, quando sobra tempo, saem para fazer show pelo mundo - como o que aconteceu aqui no Brasil em novembro 2013, no Planeta Terra. Isso prova que eles não precisam se obrigar a lançar álbum, pois eles estão trabalhando, criando, ganhando dinheiro, mas ainda assim se sentem motivados para lançar material novo. 

A influência do Undun continua naturalmente pairando pelo grupo e, se a fórmula realmente ainda for a mesma, é certo que And Then You Shoot Your Cousin será um grande álbum.


3

Abr 05

Parabéns Pharrel!

Inferno astral é palavra desconhecida no mundo de Pharrel Williams.

O cara faz 41(!)  anos hoje e o ano que mal começou, já é dele!


Além de emplacar o hit “Happy" - Trilha do filme Meu Malvado Favorito - que já teve mais de três milhões de singles digitais vendidos e se tornou um fenômeno maior do que o cara deve ter imaginado, Pharrel fechou parceria com a Adidas Originals e no segundo semestre irá lançar uma coleção eco-friendly de tênis.

Pharrel também  foi anunciado pela NBC como o novo treinador da 7ª temporada do reality americano The Voice.

Sem esquecer (como se fosse possível) que o cara é um dos maiores produtores musicais da atualidade

Confira “It’s On Again”, parceria de Alicia Keys e Kendrick Lamar com produção de Pharrel que fará parte da trilha sonora do filme O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro e está disponível para streaming em duas versões:


#clipe Savave e Doncesão, “Regras do Jogo”Outro dia, conversando com alguns amigos depois de um show de rap, falamos sobre a cena de CWB, ficando com a impressão de que ela anda meio parada. Só que essa ideia vale se formos falar apenas dos eventos e festas porque o Savave tratou de botar o nome da cidade na orelha do povo novamente. Tudo por conta do novo single “Regras do Jogo”, lançado no dia da mentira com clipe que traz participação do paulistano Doncesão e direção e edição do Rasputines Estúdio.
Na rima, Nave e Thiago Pródigo mantém a mesma levada, intercalando um flow mais lento com pequenos aceleros, mandando uma ideia sobre o jogo do rap: seus personagens, a moral ou a falta dela, a busca pelo sucesso e os métodos pra alcançar isso. Mudando o ritmo, Doncesão chega quebrando todas as regras e mandando outro flow e uma ideia ainda mais direta sobre falsos MCs com direito a menção ao clássico do Wu-Tang Clan, “cash rules everything around me” (“C.R.E.A.M.”, do álbum Enter the Wu-Tang [36 Chambers], 1993).
O beat também foge dos padrões dos sons já lançados pelo Savave. “Regras do Jogo” traz uma batida pesada, chimbau e caixa 808 batendo com sample no reverse. Se você voltar o sample pro normal, na introdução vai ouvir “let me take you”. Tipo a Xuxa, que já fez pacto com o demo bem antes.
De lição de casa, fica a reflexão em cima de uma linha de Doncesão:

"Sim, ganhar dinheiro e ficar rico enfim. Só não confunda Rick Bonadio com Rick Rubin”. 

#clipe Savave e Doncesão, “Regras do Jogo”

Outro dia, conversando com alguns amigos depois de um show de rap, falamos sobre a cena de CWB, ficando com a impressão de que ela anda meio parada. Só que essa ideia vale se formos falar apenas dos eventos e festas porque o Savave tratou de botar o nome da cidade na orelha do povo novamente. Tudo por conta do novo single “Regras do Jogo”, lançado no dia da mentira com clipe que traz participação do paulistano Doncesão e direção e edição do Rasputines Estúdio.

Na rima, Nave e Thiago Pródigo mantém a mesma levada, intercalando um flow mais lento com pequenos aceleros, mandando uma ideia sobre o jogo do rap: seus personagens, a moral ou a falta dela, a busca pelo sucesso e os métodos pra alcançar isso. Mudando o ritmo, Doncesão chega quebrando todas as regras e mandando outro flow e uma ideia ainda mais direta sobre falsos MCs com direito a menção ao clássico do Wu-Tang Clan, “cash rules everything around me” (“C.R.E.A.M.”, do álbum Enter the Wu-Tang [36 Chambers], 1993).

O beat também foge dos padrões dos sons já lançados pelo Savave. “Regras do Jogo” traz uma batida pesada, chimbau e caixa 808 batendo com sample no reverse. Se você voltar o sample pro normal, na introdução vai ouvir “let me take you”. Tipo a Xuxa, que já fez pacto com o demo bem antes.

De lição de casa, fica a reflexão em cima de uma linha de Doncesão:


"Sim, ganhar dinheiro e ficar rico enfim. Só não confunda
Rick Bonadio com Rick Rubin”. 


#streetwear YO!MTV Raps ganha linha de bonésTodo mundo que gosta de rap com certeza já passou madrugadas acordado para assistir o Yo!MTV Raps. O programa, primeiro no Brasil dedicado ao hip-hop, era a melhor forma de conhecer raps gringos novos ou de pirar em um clipe de grupos como RZO ou do saudoso Sabotage. 
Era lá também que o fã assistia entrevistas com grandes nomes da música negra nacional e mundial, cobertura de shows memoráveis, apresentações ao vivo, sem deixar de tirar algum ensinamento da cultura hip-hop transmitida pelos VJs P-Funk (Rodrigo Brandão), Primo Preto, Kl Jay, Thaíde e, mais tarde e por pouco tempo, a DJ Pathy DeJesus.
Celebrando esse programa que marcou época, a New Era lançou uma linha de caps em homenagem ao YO!. Por enquanto, você encontra os bonés no modelo 9fifty SnapBack na An Urbanshop, que fica na Rua da Consolação, 1031, em São Paulo. Em breve será vendido também em outras lojas multimarcas de streetwear.

#streetwear YO!MTV Raps ganha linha de bonés

Todo mundo que gosta de rap com certeza já passou madrugadas acordado para assistir o Yo!MTV Raps. O programa, primeiro no Brasil dedicado ao hip-hop, era a melhor forma de conhecer raps gringos novos ou de pirar em um clipe de grupos como RZO ou do saudoso Sabotage.

Era lá também que o fã assistia entrevistas com grandes nomes da música negra nacional e mundial, cobertura de shows memoráveis, apresentações ao vivo, sem deixar de tirar algum ensinamento da cultura hip-hop transmitida pelos VJs P-Funk (Rodrigo Brandão), Primo Preto, Kl Jay, Thaíde e, mais tarde e por pouco tempo, a DJ Pathy DeJesus.

Celebrando esse programa que marcou época, a New Era lançou uma linha de caps em homenagem ao YO!. Por enquanto, você encontra os bonés no modelo 9fifty SnapBack na An Urbanshop, que fica na Rua da Consolação, 1031, em São Paulo. Em breve será vendido também em outras lojas multimarcas de streetwear.


#video Se encante com o som de Mapei - por Eduardo RibasConhecida simplesmente como Mapei, a cantora nascida em Rhode Isaland (EUA) e criada em Estocolmo, na Suécia, lançou um single que, sozinho, já mostra um futuro promissor. Trazendo um nu-soul recheado de influências globais, que vão do rap ao pop sueco, Mapei dá a letra em seu perfil no soundcloud, revelando que sua música mostra uma ‘versatilidade em um mundo em que gêneros importam cada vez menos’ - um brinde a isso! 
A diversidade enraizada em Mapei tem motivo: sua mãe é da Libéria, na África, e seu pai é norte-americano, mas a cantora se mudou logo aos 10 anos para a Suécia, passando depois pelo Brasil, Tunísia e Portugal. Que tal, tá bom?
Na música “Don’t Wait”, os claps e o grave forte típicos do rap se misturam a um batidão do funk digno dos bailes da Furacão 2000, em versão slow, servindo de guia para a voz potente e doce de Mapei. A música, que fala de amizades e amores, não é do tipo que gruda por ter um refrão fácil como os hits do rádio, mas hipnotiza. A mensagem é simples e direta: Não espere que a vida fale por você o que você tem a dizer.
Comemorando o lançamento do EP homônimo, que traz remixes de Chance The Rapper e outros produtores, “Dont’ Wait” ganhou um belo clipe, que traz direção de Dori Oskowitz - que já trabalhou com Jack White e Raphael Saadiq. Nele, um rolê pela ensolarada Califórnia acompanhando Mapei e seu boy por estradas, quadras de basquete e outros cantos desertos da cidade, terminando em uma festa com os chegados. Tão viciante quanto a música, o vídeo te fará dar o play ao menos mais de uma vez.
Caso você procure os trabalhos anteriores da artista, encontrará The Cocoa Butter Diaries EP, disco em que o rap predomina e revela outra face de Mapei. São quatro faixas em que o flow varia do clássico ao largadão-estilo-Jaden-Smith, e o canto, que aparece tímido vez ou outra no refrão. O trabalho é bom, mas não chega perto da força de “Don’t Wait”.
MAIS:#clipe Childish Gambino e Chance The Rapper, “The Worst Guys”#clipe Jaden Smith, “The Coolest”

#video Se encante com o som de Mapei - por Eduardo Ribas

Conhecida simplesmente como Mapei, a cantora nascida em Rhode Isaland (EUA) e criada em Estocolmo, na Suécia, lançou um single que, sozinho, já mostra um futuro promissor. Trazendo um nu-soul recheado de influências globais, que vão do rap ao pop sueco, Mapei dá a letra em seu perfil no soundcloud, revelando que sua música mostra uma ‘versatilidade em um mundo em que gêneros importam cada vez menos’ - um brinde a isso!

A diversidade enraizada em Mapei tem motivo: sua mãe é da Libéria, na África, e seu pai é norte-americano, mas a cantora se mudou logo aos 10 anos para a Suécia, passando depois pelo Brasil, Tunísia e Portugal. Que tal, tá bom?

Na música “Don’t Wait”, os claps e o grave forte típicos do rap se misturam a um batidão do funk digno dos bailes da Furacão 2000, em versão slow, servindo de guia para a voz potente e doce de Mapei. A música, que fala de amizades e amores, não é do tipo que gruda por ter um refrão fácil como os hits do rádio, mas hipnotiza. A mensagem é simples e direta: Não espere que a vida fale por você o que você tem a dizer.

Comemorando o lançamento do EP homônimo, que traz remixes de Chance The Rapper e outros produtores, “Dont’ Wait” ganhou um belo clipe, que traz direção de Dori Oskowitz - que já trabalhou com Jack White e Raphael Saadiq. Nele, um rolê pela ensolarada Califórnia acompanhando Mapei e seu boy por estradas, quadras de basquete e outros cantos desertos da cidade, terminando em uma festa com os chegados. Tão viciante quanto a música, o vídeo te fará dar o play ao menos mais de uma vez.

Caso você procure os trabalhos anteriores da artista, encontrará The Cocoa Butter Diaries EP, disco em que o rap predomina e revela outra face de Mapei. São quatro faixas em que o flow varia do clássico ao largadão-estilo-Jaden-Smith, e o canto, que aparece tímido vez ou outra no refrão. O trabalho é bom, mas não chega perto da força de “Don’t Wait”.



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