#Agenda BOOMBASS Apresenta: É o Rap - Marreta records 
Nesta sexta rola no Superloft (pico recém lançado alí em Pinheiros) a festa BoomBass, que tem como mote deixar o bass e os graves penetrarem nas caixas a noite toda.
Porém, nesta edição a festa vem temática e apresenta o coletivo Marreta Records, composto por Jamés Ventura, Henrick Fuentes e Rodrigo Ogi [coisa fina!]. Além deles a noite também vai contar com uma selecta feita por Neguim Beats (GO) e dos residentes Mariana Mats e Kbça. Enfim, espere muito hip hop, ragga e bass music.
E pra colar, a gente dá a dica: Coloque seu e-mail na lista e pague o valor justo de R$10 realezas.
BOOMBASS Apresenta: É o Rap - Marreta records 
Quando? 10 de outubro (sexta-feira) a partir das 23hOnde? Superloft - Rua Cardeal Arcoverde, 2926 – Pinheiros/SP Quanto? Antecipado - R$30 (inteira) e R$15 (meia) pelo agarre.com / R$30 na porta/ R$10 mandando o nome para a lista, pelo emailfestaboombass@gmail.com.

#Agenda BOOMBASS Apresenta: É o Rap - Marreta records

Nesta sexta rola no Superloft (pico recém lançado alí em Pinheiros) a festa BoomBass, que tem como mote deixar o bass e os graves penetrarem nas caixas a noite toda.

Porém, nesta edição a festa vem temática e apresenta o coletivo Marreta Records, composto por Jamés Ventura, Henrick Fuentes e Rodrigo Ogi [coisa fina!]. Além deles a noite também vai contar com uma selecta feita por Neguim Beats (GO) e dos residentes Mariana Mats e Kbça. Enfim, espere muito hip hop, ragga e bass music.

E pra colar, a gente dá a dica: Coloque seu e-mail na lista e pague o valor justo de R$10 realezas.

BOOMBASS Apresenta: É o Rap - Marreta records

Quando? 10 de outubro (sexta-feira) a partir das 23h
Onde? Superloft - Rua Cardeal Arcoverde, 2926 – Pinheiros/SP
Quanto? Antecipado - R$30 (inteira) e R$15 (meia) pelo agarre.com / R$30 na porta/ R$10 mandando o nome para a lista, pelo emailfestaboombass@gmail.com.


NehruvianDOOM e mais 5 grandes capas desenhadas do rap

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- por Guilherme Bacellar

Finalmente foi lançado o tão esperado – e excelente – novo disco do Doom (MF Doom, King Geedorah, Viktor Vaughn, entre outros nomes). Depois de excepcionais parcerias com Madlib (sob pseudônimo de Madvillain, 2004), Danger Mouse (sob pseudônimo de DangerDOOM, 2005) e com Jneiro Jarel (sob pseudônimo de JJ DOOM, 2012), o rapper e produtor se juntou com Bishop Nehru pra lançar mais uma pedra e confirmar que, no quesito direção de arte, ele nunca dá ponto sem nó.

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Ainda personificando um pseudo-super vilão, baseado no Dr. Destino, da Marvel, Doom tem agora 4 braços e parece estar mostrando que há um lugar perfeito para o jovem companheiro, Nehru, longe das crueldades do mundo. A capa do disco segue a pegada existencialista das músicas, falando sobre meditação e da sensação de plenitude. O responsável pela obra foi o ilustrador Ghostshrimp, que foi um dos grandes responsáveis pela criação do universo de A Hora da Aventura, do Cartoon Network. Ou seja, um gênio.

TOP 5
Depois de muita pesquisa e discussão, listamos cinco capas incríveis de discos de rap que foram desenhadas. Se liga:

De La Soul – Is Dead (1991)

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Depois de ficarem famosos por serem hippies amantes da paz, o jeito foi se suicidar. Com o forte desenho de Joseph Buckingham, o grupo provou seu ponto e mostrou que não é tão fofinho assim.

Beastie Boys – Licensed To ill (1986)

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Desde o primeiro disco, desde o primeiro verso, Beastie Boys é muita zoeira. Com a fama de Hipster Rap, a banda mostra em Licensed to ill, seu logo aplicado num avião brilhante, meio militar, linkando sua imagem diretamente á fama que lhes colocaram. A ironia aparece quando se vê o verso do álbum e o avião está batido de frente numa montanha. A cereja do bolo são os números escritos no avião que, ao serem lidos de cabeça para baixo, mostram as palavras EAT ME.

Schooly D – Schooly D (1986)

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Além de se auto-produzir, criar seu próprio selo para lançar seu próprio disco, o primeiro gangsta da Filadélfia também pegou a caneta e desenhou sua própria capa. Com essa cara de desenho de escola, personagens com o blockhead  característico de philly, a capa ainda conta com uns diálogos e digressões do cantor. Gênio!

Snoop Doggy Dogg – Doggy Style (1993)

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Em um dos primeiros álbums que entraram para a série dos ‘mais aguardados do rap’, Snoop desencanou de chamar algum profissional e chamou seu primo Darryl “Joe Cool” Daniels para fazer essa pérola. Hilário e tosco, o desenho é uma das capas mais icônicas da história do hip-hop.

A Tribe Called Quest – The Low End Theory (1991)

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A modelo invisível pintada e fotografada se tornou ícone do estilo, sendo repetida no futuro até pela própria banda mais tarde. As formas e as cores dão a cara sensual e africana, que refletem diretamente no estilo jazzy pesadão que o grupo traz em seu dna. Lindo demais!


Assista apresentação do RZO no Estúdio Showlivre

RZO, grupo que colocou a Zona Oeste de São Paulo no rap brasileiro, retorna à cena após hiato de uma década se apresentando no Estúdio Showlivre. Helião, Sandrão, DJ Cia mostram seus grandes sucessos e ainda contam com a presença ilustre de Negra Li. Uma verdadeira viagem no tempo.

Ainda não se convenceu de apertar o play?
 
Alguns pontos importantes ditos na entrevista feita pelo apresentador Clemente, entre um bloco de músicas e outro:
O RZO terá datas de shows que vão basicamente relembrar grandes sucessos do grupo. A formação provavelmente será a mesma do vídeo: Helião, Sandrão, Negra Li e DJ Cia;
No primeiro momento, músicas novas estão fora de cogitação;
Cada integrante do grupo continuará em seu projeto paralelo: Negra Li na carreira solo, Helião correndo com a banca dos Racionais MC’s, Sandrão no Wu Brasil e DJ Cia como DJ do cantor seu Jorge;

Agora vai, curte:


Afro Punk, o movimento multi-gênero

por Lilian Januario (@lilithixxx)

A mistura de elementos na música no melhor estilo raprocknrollpsicodeliahardcoreragga rola também na moda, e exemplo disso é a “mistura-movimento-tribo” Afro Punk, que tem chamado atenção dos principais sites de moda.

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O nome Afro Punk não é novo: refere-se a descendentes africanos que fazem parte da cultura punk, trazendo como referência algumas bandas das antigas como Bad BrainsSuicidal Tendences e, mais recente, TV on Radio entre outras. 

Eis que surge um rapaz chamado James Spooner, nascido na Califórnia e que na década de 90 ouvia muito punk rock porém, sua pele negra muitas vezes lhe causava problema, já que a cena punk local (veja só que contraditório) era muito racista. Quando se mudou para Nova York viu uma realidade diferente e lá encontrou muitos garotos negros que também curtiam os mesmos sons que ele. Em 2003, Spooner decidiu filmar um doc: AFROPUNK: The Movie, que explica como se sentia na infância, detalhando essas questões interraciais dentro da cena.

O Afro Punk hoje tenta resgatar e dar força à esse movimento que nos últimos tempos vem sendo divulgado em algumas mostras e, em 2005,  também no Brooklyn, o Festival Afro Punk nasce para celebrar e unir os afro-americanos fãs de punk-rock e de outros sons alternativos como o hardcore e indie rock. Assim como no começo do hip-hop, jovens adolescentes que se sentiam deslocados descobriram que eram, na verdade, o núcleo de uma ousadia inovadora de rápido crescimento da comunidade. 

Além de bandas do gênero, o festival também já contou com shows de nomes como SZAJanelle Monáe, THEEsatisfaction e The Cannabinoids ft Erykah Badu (parece até um sonho), muita coisa boa reunida em prol da divulgação das bandas, da cena e, assim como em todo festival que se preze, bombam também os looks usados pelo público, formado por alternativos com muita autenticidade em suas combinações - um visual que basicamente vai do punk ao hip-hop. 

 Descrito pelo New York Times como "o festival mais multicultural nos EUA," essa mistura toda de gêneros e elementos nos lembra muito o estilo de alguns rappers e cantoras/cantores que estamos acostumados a pagar pau há muito tempo cheios de piercings, tatuagens, black power coloridos, muitas correntes e óculos dos mais diferentes.

Ou seja, Afro Punk também nos garante um certo aval de sair por aí vestidos como os artistas que gostamos sem medo de sermos felizes. Tá tudo liberado!

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 Torcendo para o Festival desembarcar pelo Brasil o quanto antes!!

MAIS:
Olhe / Ouça / Leia


Sobre vaias e motivos - por DJ Cortecertu

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Há quem afirme que as vaias ao goleiro Aranha no último jogo contra o Grêmio não tiveram nada a ver com preconceito racial. Imagino o esforço intelectual (pra não dizer desonestidade intelectual) que estas pessoas imprimem para negar os fatos, contextos, e os recentes acontecimentos.

 O que os racistas assumidos, os racistas enrustidos e os “negros da casa” pensam é simples: cortar o “mal” pela raiz.

Aranha não pode ser exemplo de luta, vamos desconstruir isso! Já pensou se outros jogadores despertam deste sono esportivo trazido ao Brasil em 1894, apenas 6 anos após a abolição da escravidão?

Ao enfrentar o racismo, Aranha virou “aquele loku que não pode errar”, como diz Mano Brown. O próximo passo de quem apoia a desigualdade racial é explorar qualquer erro deste goleiro articulado e com autoestima forte, algo raro num esporte que, desde cedo, investe nos jovens, enriquece jogadores, mas constrói um muro para encobrir questões como identidade, negritude, racismo. Querem que aceitemos a ideia de que o futebol é uma dimensão diferente, onde tudo pode ser justificado por um certo amor ao time. 

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Uma mídia séria e comprometida com a justiça entrevistaria os negros da equipe do Grêmio, os funcionários pretos do clube, os torcedores. Daria voz até para jornalistas negros. Teria diferentes opiniões. Não ficaria apenas em cima do goleiro e da torcedora arrependida. Será que os jornalistas acreditam que o jogador do Santos é um negro diferente dos atletas do Grêmio?

Aranha não se cala, é motivo de orgulho. Age como diz a canção infantil: “ele é teimoso e desobediente. Sobe, sobe, sobe e nunca está contente”. O goleiro mostrou que o rap está em sua formação, bateu de frente ao invés de procurar alguma agência para uma campanha publicitária. Está na hora dos artistas do rap apoiarem sua atitude de forma escancarada e, quem sabe, também convidá-lo para figurar em seu clipes. 

*Ilustração por @terraco_


Rapper Pacheco, do grupo Delta9, faz apologia ao estupro em redes sociais. Participe da denúncia coletiva

Em 2012, ano dos últimos dados sobre violência que temos, o número de homicídios cresceu 7,8% em relação ao ano anterior. Nem preciso dizer que a população negra e pobre foi a que mais sofreu com esses índices. Já os números de estupros subiram 18,7% no mesmo período. Isso significa que 26 pessoas, em grupos de 100 mil habitantes, foram estupradas. E sabemos que quem mais sofre com isso são mulheres.

A violência sempre foi assunto para o rap. A luta por igualdade, por oportunidades e contra a impunidade daqueles que promovem o genocídio do povo negro e pobre foram pano de fundo de diversas músicas que marcaram gerações. Dina Di, Brow, Sabotage. O enredo sempre foi bem parecido: chega com essa merda toda de oprimir ainda mais o oprimido.

O tempo passa e a gente continua acreditando no rap como uma maneira de mudar o mundo e as relações de poder. Aí chega uma molecada que acha que tudo é festa, que rap é fumar maconha e se achar muito revolucionário por isso – gente, a maconha está super próxima a ser descriminalizada, daqui a pouco vai ser como beber uma cerveja, não se achem rebeldes por isso – e joga tudo no lixo. É o caso do Delta9, do Espírito Santo.

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Quem são eles eu não sei. De verdade. Nunca ouvi nada. Até hoje. Hoje descobri da existência dos moleques porque um cara chamado Pacheco, MC do grupo, anda fazendo apologia ao estupro no Twitter. Olha só que legal, não basta que mais de 50 mil casos de estupro sejam registrados por ano, ele ainda quer mais.

Todos os dias, mulheres são mortas apenas por terem nascido mulheres. Elas são aliciadas pelo tráfico de pessoas e obrigadas a se prostituírem do outro lado do mundo. Elas são mantidas em cativeiro como escravas sexuais. Meninas de 7 anos são vendidas em prostíbulos e têm sua virgindade vendida por e para homens adultos.

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Essa apologia à violência é um serviço muito cruel de manutenção do poder. Estupro é usado como arma de guerra para desmoralizar populações inteiras. Colocar a mulher, principalmente a negra e a pobre, sob uma opressão ainda maior do que elas já vivem, é cruel demais.

Não dá para dizer que o tal Pacheco falou da boca para fora. Foram diversos tweets fazendo apologia ao estrupo, ao assédio em transporte público e à violência sexual contra deficientes.

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Fizemos uma denúncia ao Ministério Público e incentivamos que todos que se sentirem agredidos com essa postura, façam também.

Link: http://cidadao.mpf.mp.br/formularios/formularios/formulario-eletronico
Descrição da manifestação: Repreensão à apologia ao estupro e à violência contra mulheres e deficientes físicos feito pelo artista Pacheco, do grupo de rap Delta9, do Espírito Santo.

Solicitação: Solicita-se abertura de processo contra apologia à violência contra mulheres e deficientes físicos, de acordo com o Art. 286 - Incitar, publicamente, a prática de crime: Pena - detenção, de 3 (três) a 6 (seis) meses, ou multa.


6

Set 10

10 motivos para ir ao show do Black Alien

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O ano era o de 2004 ninguém viu de onde veio a pedrada, mas sentiu que nada mais seria igual na história do rap nacional com a chegada de Babylon By Gus - Volume 1 - O Ano do Macaco.

Primeiro filho de Gustavo, Black Alien, Mr.Niterói, Mista Black ou apenas Gus, o álbum gravado em praticamente 1 mês completa dez anos de existência nessa semana com direito a show de comemoração.

Se liga nos 10 motivos para não perder essa festa!

1 - As letras desse clássico são tão atuais que nem dá pra acreditar que Babylon By Gus é de 10 anos atrás.

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2 - Foi o primeiro trabalho solo do Black Alien, que antes passou pelo Planet Hemp e fez parcerias monstras com Sabotage e Speed Freaks.

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3 - No show irão rolar TODOS os sons e na sequência do CD.

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4 - Gustavo é do RJ, então nem sempre existe a oportunidade de ver um show do cara por aqui.

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5 - Babylon By Gus é considerado um dos melhores discos do Rap Nacional.

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6 - Mr. Black agrada desde a galera que conheceu seu som na novela até à velha escola do Rap.

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7 - O Basa estará no palco!

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8 - Os shows do Gustavo são sempre diferentes, o cara é imprevisível, então não dá pra ter ideia do que esperar.

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9 - Nesse ano sai o Babylon By Gus Vol. II (reza a lenda), então é uma das últimas chances pra curtir todas as músicas d’O Ano do Macaco ao vivo.

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10- Dá pra dizer mais 10 motivos de tão boa que tá essa história toda. Será que vai rolar assim mesmo? Só indo pra conferir.

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Saca como foi o último show do cara no Cine Jóia:

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Black Alien no Cine Jóia
Quando?
 dia 11 de setembro, quinta, 21h (Abertura dos portões)
Onde? Praça Carlos Gomes, 82 - Liberdade, São Paulo - SP
Quanto? 1º Lote Pista: R$ 40,00 (inteira) | R$ 20,00 (meia-entrada) 
                2º Lote Pista: R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia-entrada) 
                3º Lote Pista: R$ 60,00 (preço único) 

               INGRESSOS ESGOTADOS!

Mais informações no site do evento.


Ordem Natural

Gato Congelado e Lumbriga, lendários ex-membros dos grupos Quinto Andar e Subsolo, liberaram recentemente 2 faixas de seu novo projeto, o espiritualizado Ordem Natural. A breve história do projeto, que conta também com o DJ Mako (Elo da Corrente) e Marcelo Munari (Instituto) foi contada na fanpage do duo:


"Amigos, desde 2004 Gato Congelado e eu estamos trabalhando em nosso disco. Em 2009 DJ Mako e Marcelo Munari passaram a integrar nosso time. Finalmente terminamos. Nesse momento nossas bolachas em parceria com a LoopPlay estão no forno e o CD também! Com muito amor apresentamos a vocês: www.ordemnatural.com


Nas faixas liberadas, Quanto Pesa e Ordem Natural, as letras denotam uma busca pela chamada expansão de consciência e dialogam com o auto-conhecimento e a transcendência sem tirar o pé do contexto urbano. A produção apresenta um misto entre uma estética etérea, quase ambiental, e uma certa sonoridade underground que remete aos projetos anteriores da dupla. Vale ouvir!

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Lurdez da Luz e sua Gana Pelo Bang, por Lilian Januario.
Lurdez da Luz lançou no último dia 20 seu segundo disco solo, Gana Pelo Bang. Lurdez, que já foi integrante do Mamelo Sound System, colaborou na entressafra com a Banda Aláfia  e formou nova dupla com Marietta Vital, o Mercurias. Mais do que uma multi-artista, a MC é eclética e seu novo trabalho aponta isso com as diversas influências que vão do rap ao melhor da black music. 
Seu show de lançamento contou com banda completa no palco, além das participações de Marietta , Fael Primeiro, Raphão Alaafin e Fall Classico, trazendo um grave pesado aos sons "D.R"  e “Mama Drama”, no geral, traduzindo bem a energia do disco. Para quem ainda não teve a oportunidade de conferir Gana Pelo Bang, também não faltaram no palco hits como “Andei”, “Levante” e “Ziriguidum”.
A MC se apresentou com um figurino de responsa: um macacão preto e dourado com um mega laço na altura do busto (da marca Á dor amores) e viseira com correntes, que não esconderam o talento da cantora também no quesito estilo. Sem sombra de dúvida, o look estava em sincronia com o espírito psicodélico de Gana Pelo Bang.
O show aponta que Lurdez retornou à cena com força e, além do disco, premiou os fãs com camisetas vendidas em seus shows. Se você ainda não teve a oportunidade de ouvir o novo trabalho, corra agora para seu serviço de streaming de música preferido, como o Rdio ou Deezer, e confera o trabalho na integra. Gostou e quer baixar? Vá ao site One Rpm.Estilo
Quem esteve no show também não deixou o visual a desejar. Confira!
Renata e seu black incrível e platinado
Flávia Durante e seu vestido com estampa de vinil
Jéssica se jogou no cropped
Camisetas Gana pelo Bang

Lurdez da Luz e sua Gana Pelo Bang, por Lilian Januario.

Lurdez da Luz lançou no último dia 20 seu segundo disco solo, Gana Pelo Bang. Lurdez, que já foi integrante do Mamelo Sound System, colaborou na entressafra com a Banda Aláfia  e formou nova dupla com Marietta Vital, o Mercurias. Mais do que uma multi-artista, a MC é eclética e seu novo trabalho aponta isso com as diversas influências que vão do rap ao melhor da black music.

Seu show de lançamento contou com banda completa no palco, além das participações de Marietta , Fael Primeiro, Raphão Alaafin Fall Classico, trazendo um grave pesado aos sons "D.R"  e “Mama Drama”, no geral, traduzindo bem a energia do disco. Para quem ainda não teve a oportunidade de conferir Gana Pelo Bang, também não faltaram no palco hits como “Andei”, “Levante” e “Ziriguidum”.

A MC se apresentou com um figurino de responsa: um macacão preto e dourado com um mega laço na altura do busto (da marca Á dor amores) e viseira com correntes, que não esconderam o talento da cantora também no quesito estilo. Sem sombra de dúvida, o look estava em sincronia com o espírito psicodélico de Gana Pelo Bang.

O show aponta que Lurdez retornou à cena com força e, além do disco, premiou os fãs com camisetas vendidas em seus shows. Se você ainda não teve a oportunidade de ouvir o novo trabalho, corra agora para seu serviço de streaming de música preferido, como o Rdio ou Deezer, e confera o trabalho na integra. Gostou e quer baixar? Vá ao site One Rpm.

Estilo

Quem esteve no show também não deixou o visual a desejar. Confira!

imageRenata e seu black incrível e platinado

imageFlávia Durante e seu vestido com estampa de vinil

imageJéssica se jogou no cropped

imageCamisetas Gana pelo Bang


Elo da Corrente lança o seu novo disco “Cruz” - por Robson Assis
"eu me permito viajar / pelas frequências do som / e no quadro que aqui vou pintar / cada cor é um tom"
Cruz é o novo disco do Elo da Corrente como frisamos aqui na última semana durante aquela audição manera para convidados. Pois aqui vão alguns disparos, pensamentos e constatações sobre o disco que vai ser lançado agora neste começo de setembro.
Em um trabalho explicitamente bem escrito, “Cruz” não conta histórias, mas destrincha os sentimentos, dichava a vida. Traz a agressividade ponderada nos passos de uma galera que nasceu para elevar a essência do rap feito no Brasil. Com rimas cabulosamente literárias e imagens bem construídas gingando por cima de um tapete monocromático de batidas precisas e feitas por um time de classe que traz Arthur Verocai, Lucio Maia, Mauricio Takara e tanta gente de garbo e elegância, o disco chega às ruas cumprindo toda uma certa responsabilidade.
O álbum celebra com chave de ouro um fim de hiato em que o grupo se encontrava desde 2009 quando saiu o não menos excelente “O Sonho Dourado da Família”. Num ambiente foda, tenho escutado este disco à exaustão, como se minha vida dependesse disso e posso dizer que quando algum dos exímios colaboradores deste site presente na audição disse algo sobre a experiência musical que este disco proporciona, acabou por definir a parada: "Cruz" é sobre a experiência. Um disco calmo, embora denso e até um tanto melodicamente complexo, foi feito para você relaxar ouvindo uma construção poética de notável esmero, com a dedicação de quem sabia que estava por lançar um disco marcante para o rap, para a própria carreira.
Em construções musicalmente cabulosas, Cruz traz dez canções com mixagem do Fernando Sanches do El Rocha e masterização do Dave Cooley (Common, Madlib e J-Dilla) no Elysian Masters de Los Angeles.
Acho que a grande sacada de “Cruz” é a exaltação à música de raízes africanas e característicamente brasileira de maneira não escrachada, sem apelos, muito pelo contrário: cada beat traz uma alma particular, única, de acentuada personalidade. Não me entenda errado: neste disco, Pitzan, Caio, PG e companhia não fazem exatamente uma homenagem, mas criam um trabalho contemporâneo único e desenvolvido com o melhor da música instrumental feita por aqui em um rap cheio de marra, personalidade forte e suíngue (tem que ter, né?).
Faixa a faixa, Rima a rima
O novo disco do Elo da Corrente abre com a elegância de “Sobre o infinito e outras coisas”, mantém uma sequência pesada em “Ave Liberdade” e o mood imagético de “Memórias” e “Naja” que traz talvez o trecho mais legal do disco (um dos trechos que mais me pegou, pelo menos):
"A reza que ninguém enxerga toda manhã
A regra da viagem: não morder a maçã
Atesta que o momento é muito mais que a vã
Filosofia de tentar mudar o mundo amanhã”
Na sequência, “Cruz” vem em clima de paz e diz como “a verdade é uma terra sem caminhos”, outra expressão linda deste trampo.
Em seguida, duas empolgantes: “Salutaris” com a participação de Rodrigo Brandão e “Alegria”, a sétima das dez canções num clima pop, dançante, otimista, dando espaço para “Batucada Fantástica”, que arrisco dizer ser a melhor do disco.
"Tríade" começa o encerramento do disco com um trecho de Drummond himself recitando trechos de seu belíssimo poema "Mãos Dadas". O disco finaliza com "Koan" que tem um um clima de roll credits para dar o ponto final deste LP monstro.Agora ouça Cruz, de Elo da Corrente:

Compre o vinil por R$ 50 (em São Paulo):
Locomotiva DiscosLojas 8 e 51 - R. Barão de Itapetininga, 37 - República, São Paulo - (11) 3257-5938
BeatzLoja 16 - Av. São João, 439 - Centro, São Paulo - (11) 3333-3170
Promo Only DJSRua 24 De Maio 116 - Rua Alta - Loja 37 - Sao Paulo - (11) 3337-2079
Flórida RecordsRua 24 de Maio - 116 , Loja 7 - São Paulo - (11) 3337 8597
Colex OficialRua 24 de maio, 116 loja 33 térreo - São Paulo - (11) 3224-9730
Big Papa RecordsR. Sete de Abril, 154 - República, São Paulo - (11) 3237-0176Compre também o disco Cruz no iTunes ou requisitando pelo e-mail elodacorrente@gmail.com.

Elo da Corrente lança o seu novo disco “Cruz” - por Robson Assis

"eu me permito viajar / pelas frequências do som / e no quadro que aqui vou pintar / cada cor é um tom"

Cruz é o novo disco do Elo da Corrente como frisamos aqui na última semana durante aquela audição manera para convidados. Pois aqui vão alguns disparos, pensamentos e constatações sobre o disco que vai ser lançado agora neste começo de setembro.

Em um trabalho explicitamente bem escrito, “Cruz” não conta histórias, mas destrincha os sentimentos, dichava a vida. Traz a agressividade ponderada nos passos de uma galera que nasceu para elevar a essência do rap feito no Brasil. Com rimas cabulosamente literárias e imagens bem construídas gingando por cima de um tapete monocromático de batidas precisas e feitas por um time de classe que traz Arthur Verocai, Lucio Maia, Mauricio Takara e tanta gente de garbo e elegância, o disco chega às ruas cumprindo toda uma certa responsabilidade.

O álbum celebra com chave de ouro um fim de hiato em que o grupo se encontrava desde 2009 quando saiu o não menos excelente “O Sonho Dourado da Família”. Num ambiente foda, tenho escutado este disco à exaustão, como se minha vida dependesse disso e posso dizer que quando algum dos exímios colaboradores deste site presente na audição disse algo sobre a experiência musical que este disco proporciona, acabou por definir a parada: "Cruz" é sobre a experiência. Um disco calmo, embora denso e até um tanto melodicamente complexo, foi feito para você relaxar ouvindo uma construção poética de notável esmero, com a dedicação de quem sabia que estava por lançar um disco marcante para o rap, para a própria carreira.

Em construções musicalmente cabulosas, Cruz traz dez canções com mixagem do Fernando Sanches do El Rocha e masterização do Dave Cooley (Common, Madlib e J-Dilla) no Elysian Masters de Los Angeles.

Acho que a grande sacada de “Cruz” é a exaltação à música de raízes africanas e característicamente brasileira de maneira não escrachada, sem apelos, muito pelo contrário: cada beat traz uma alma particular, única, de acentuada personalidade. Não me entenda errado: neste disco, Pitzan, Caio, PG e companhia não fazem exatamente uma homenagem, mas criam um trabalho contemporâneo único e desenvolvido com o melhor da música instrumental feita por aqui em um rap cheio de marra, personalidade forte e suíngue (tem que ter, né?).

Faixa a faixa, Rima a rima

O novo disco do Elo da Corrente abre com a elegância de “Sobre o infinito e outras coisas”, mantém uma sequência pesada em “Ave Liberdade” e o mood imagético de “Memórias” e “Naja” que traz talvez o trecho mais legal do disco (um dos trechos que mais me pegou, pelo menos):

"A reza que ninguém enxerga toda manhã

A regra da viagem: não morder a maçã

Atesta que o momento é muito mais que a vã

Filosofia de tentar mudar o mundo amanhã”

Na sequência, “Cruz” vem em clima de paz e diz como “a verdade é uma terra sem caminhos”, outra expressão linda deste trampo.

Em seguida, duas empolgantes: “Salutaris” com a participação de Rodrigo Brandão e “Alegria”, a sétima das dez canções num clima pop, dançante, otimista, dando espaço para “Batucada Fantástica”, que arrisco dizer ser a melhor do disco.

"Tríade" começa o encerramento do disco com um trecho de Drummond himself recitando trechos de seu belíssimo poema "Mãos Dadas". O disco finaliza com "Koan" que tem um um clima de roll credits para dar o ponto final deste LP monstro.

Agora ouça Cruz, de Elo da Corrente:

Compre o vinil por R$ 50 (em São Paulo):

Locomotiva Discos
Lojas 8 e 51 - R. Barão de Itapetininga, 37 - República, São Paulo - (11) 3257-5938

Beatz
Loja 16 - Av. São João, 439 - Centro, São Paulo - (11) 3333-3170

Promo Only DJS
Rua 24 De Maio 116 - Rua Alta - Loja 37 - Sao Paulo - (11) 3337-2079

Flórida Records
Rua 24 de Maio - 116 , Loja 7 - São Paulo - (11) 3337 8597

Colex Oficial
Rua 24 de maio, 116 loja 33 térreo - São Paulo - (11) 3224-9730

Big Papa Records
R. Sete de Abril, 154 - República, São Paulo - (11) 3237-0176

Compre também o disco Cruz no iTunes ou requisitando pelo e-mail elodacorrente@gmail.com.


Ana Tijoux vem ao Brasil para duas apresentações
MC chilena faz show na CCJ e participa da oitava edição do Festival Contato 
Desde 1997 fortalecendo o rap latino-americano, a chilena Ana Tijoux volta ao Brasil para duas apresentações em São Paulo. Armada de um repertório que vai da política à família, A MC passa por temas como a mobilização estudantil no Chile e a maternidade, que recebem uma leitura inteligente e muito própria, rendendo rimas que nos ajudam a compreender temas globais. Seus beats, ao longo do tempo, tomaram um curso mais orgânico, culminando com seu último LP, Vengo, que explora sonoridades dos índios mapuche.
Se você perdeu a passagem anterior de Ana Tijoux pelo país, essa será a oportunidade perfeita para conhecer o trabalho de uma das principais MCs da América Latina, que inclusive foi indicada a um prêmio Grammy no ano de 2012. Anote na agenda: o show rola em setembro, dia 9, no Centro Cultural da Juventude, em São Paulo.
Imperdível.

Ana Tijoux no CCJQuando? dia 14 de setembro, domingo, 19h Onde? Av. Dep. Emílio Carlos, 3641 - Limão, São Paulo/SP F: (11) 3984-2466Quanto? De graça e livre para todos os públicos
Fique de olho que Ana Tijoux se apresentará no dia 13 de setembro no 8° Festival Contato, em São Carlos, São Paulo, no mesmo dia de Carol Konká e Miss Bolívia.
Informações no site do evento.
MAIS:Ouça A Tribe Called Quest e Anita Tijoux, “1nce Again” 

Ana Tijoux vem ao Brasil para duas apresentações

MC chilena faz show na CCJ e participa da oitava edição do Festival Contato 

Desde 1997 fortalecendo o rap latino-americano, a chilena Ana Tijoux volta ao Brasil para duas apresentações em São Paulo. Armada de um repertório que vai da política à família, A MC passa por temas como a mobilização estudantil no Chile e a maternidade, que recebem uma leitura inteligente e muito própria, rendendo rimas que nos ajudam a compreender temas globais. Seus beats, ao longo do tempo, tomaram um curso mais orgânico, culminando com seu último LP, Vengo, que explora sonoridades dos índios mapuche.

Se você perdeu a passagem anterior de Ana Tijoux pelo país, essa será a oportunidade perfeita para conhecer o trabalho de uma das principais MCs da América Latina, que inclusive foi indicada a um prêmio Grammy no ano de 2012. Anote na agenda: o show rola em setembro, dia 9, no Centro Cultural da Juventude, em São Paulo.

Imperdível.

Ana Tijoux no CCJ
Quando?
dia 14 de setembro, domingo, 19h 
Onde? Av. Dep. Emílio Carlos, 3641 - Limão, São Paulo/SP F: (11) 3984-2466
Quanto? De graça e livre para todos os públicos

Fique de olho que Ana Tijoux se apresentará no dia 13 de setembro no 8° Festival Contato, em São Carlos, São Paulo, no mesmo dia de Carol Konká e Miss Bolívia.

Informações no site do evento.

MAIS:
Ouça A Tribe Called Quest e Anita Tijoux, “1nce Again” 


Rincón Sapiência lança clipe de “Coisas de Brasil”
Novo vídeo ilustra o melhor do Brasil na visão do MC
Se você estava sentindo falta da presença do MC Manicongo no seu player, uma novidade fresca: a música “Coisas de Brasil” ganha videoclipe, chegando logo depois de “Profissão Perigo”, ambas presentes no EP SP Gueto BR.
Dessa vez, Rincón Sapiência se junta novamente à produtora Porqueeu Conceito e Conteúdo, a mesma responsável por “Elegância”, o grande hit do MC, que inclusive ganhou indicação no VMB da MTV de 2010. Quem dá ritmo às imagens em sincronia às batucadas de “Coisas de Brasil” é Luba Construktor aka DJ A.S.M.A. que, a propósito, executou a função com maestria.
Seguindo a ideia do tema da música, o clipe passei pela diversidade brasileira, de norte a sul, buscando a ‘real das ruas’ e fugindo dos clichês vendidos pela TV, servindo como uma verdadeira anti-propagando ao costume do brasileiro em aceitar o que vem de fora como melhor em detrimento do que há de bom no seu próprio quintal. 
Assista “Coisas de Brasil”, de Rincón Sapiência part. Denna Hill::

Mais sobre Rincón Sapiência:Assista “Profissão Perigo”Download EP SP Gueto BR
BANG!

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Assista “Coisas de Brasil”, de Rincón Sapiência part. Denna Hill::

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Assista “Profissão Perigo”
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